Brasil, com tudo para ser uma potência energética mundial, compromete, por suas próprias escolhas, sua vantagem competitiva — Foto: Rogerio Vieira/Valor Em 2024, o Operador Nacional do Sistema (ONS) já apontava um déficit de flexibilidade diante do excesso de geração solar durante o dia e da forte elevação da demanda líquida ao entardecer, fenômeno conhecido como rampa de demanda. Em 2025, o ONS aprofundou o diagnóstico: estimou em 96% a probabilidade de perda de carga por insuficiência de potência até 2029 e avaliou que 80% das horas diurnas exigirão corte de geração nos próximos cinco anos.
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