Captura de Maduro e pragmatismo de novos líderes dividiram a coalizão diversa de militares, ideólogos e oportunistas que gravitam o poder em Caracas A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, observa o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright (não aparece na foto), partir após uma reunião no Palácio de Miraflores. A visita, a mais importante do governo americano focada em política energética, ocorreu em quase três décadas, enquanto Washington realizava sua primeira avaliação in loco da indústria petrolífera que pretende ajudar a reconstruir. A reunião aconteceu em Caracas, Venezuela, em 11 de fevereiro de 2026. — Foto: REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria “Unidos, venceremos!” É um slogan que há muito tempo resume a capacidade singular da revolução fortemente nacionalista de Hugo Chávez de permanecer por 27 anos no poder na Venezuela. Jovens, idosos, líderes do partido governista e propagandistas o repetem em eventos oficiais, manifestações de rua e na televisão estatal, erguendo os punhos para demonstrar lealdade ao governo autodeclarado socialista e sua tradicional antipatia em relação aos Estados Unidos.

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