O bom livro de memória corporativa agrega pesquisa histórica interna e externa à corporação, algo que exige a participação de historiadores, pesquisadores iconográficos, redatores e designers Alexandre Dórea: “Resolvemos criar algo diferente agregando o conceito de arte” — Foto: Edgar Kendi Haysahida/Divulgação Dos vários segmentos do mercado editorial, alguns raramente frequentam as prateleiras das livrarias. É o caso dos livros corporativos. Geralmente incorporados ao pacote de brindes distribuídos no fim de ano ou datas importantes para a corporação, como centenário de fundação, obras feitas sob encomenda e que contam a história de empresas ou instituições podem ser surpreendentes ao oferecer mais do que conteúdos laudatórios e de pouco interesse ao público em geral.
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