Passageiros com deficiência ou dificuldade de locomoção enfrentaram problemas para sair de aviões que pousaram neste sábado (6) ao aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, por falta de ambulift, uma espécie de plataforma usada para o embarque e desembarque dessas pessoas.
Administrado pela concessionária de origem espanhola Aena desde outubro de 2023, Congonhas é o segundo aeroporto mais movimentado do país. Segundo a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), 1,9 milhão de pessoas passaram pelo local em abril. Em média, mais de 500 aviões decolam ou pousam ali por dia.
Procurada por telefone, email e mensagem de WhatsApp, a Aena não respondeu até a publicação deste texto.
O repórter Jairo Marques, da Folha, que é cadeirante, conta que teve de esperar uma hora e 10 minutos para desembarcar de um voo da Azul que partiu de Belo Horizonte. O avião pousou em Congonhas às 15h30, mas ele só desceu da aeronave pouco antes das 17h.
A tripulação, inclusive a comandante, esteve com o repórter no interior da aeronave e o manteve informado sobre o problema.












