As mudanças estão sendo implementadas em parceria com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), responsável pela adequação da sinalização viária para orientar os condutores 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O trajeto para quem chega ao aeroporto pelo sentido centro-bairro da Avenida Washington Luís permanece inalterado. — Foto: Divulgação/Aena RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 11/06/2026 - 15:11 Congonhas altera acesso de veículos para modernização do aeroporto O Aeroporto de Congonhas inicia mudanças no acesso de veículos devido a obras de modernização coordenadas pela Aena e CET. A partir de 13 de maio, motoristas que trafegam pela Avenida Washington Luís sentido bairro-centro devem usar uma nova entrada. As obras, com investimento de R$ 2,4 bilhões, visam ampliar a capacidade para 30 milhões de passageiros anuais até 2028, incluindo melhorias na infraestrutura e retorno de voos internacionais. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Em obras para uma grande renovação, o Aeroporto de Congonhas vai passar por alterações temporárias nos acessos de veículos para embarque e desembarque no terminal. A principal modificação, que começa a valer a partir deste sábado (13), é no acesso ao terminal para quem trafega no sentido bairro-centro da Avenida Washington Luís. Segundo a Aena, concessionária que administra o aeroporto, a via utilizada atualmente será fechada para viabilizar o avanço das obras de modernização. Com isso, os motoristas deverão utilizar uma nova entrada, localizada cerca de 50 metros à frente. Após ingressar na via interna, o motorista deverá seguir à direita na bifurcação logo à frente para chegar às áreas de embarque e desembarque do terminal de passageiros. As mudanças estão sendo implementadas em parceria com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), responsável pela adequação da sinalização viária para orientar os condutores. O trajeto para quem chega ao aeroporto pelo sentido centro-bairro da Avenida Washington Luís permanece inalterado. Saguão do Aeroporto de Congonhas, em SP — Foto: Edilson Dantas Canteiro de obras no coração de SP A Aena destinou R$ 2,4 bilhões para uma reestruturação completa do aeroporto paulistano, cujas obras devem ser finalizadas até junho de 2028. O objetivo é sanar o histórico descompasso entre a estrutura física e a altíssima demanda. Com o pátio ampliado de 30 para 37 posições de parada, a meta é elevar a capacidade para 30 milhões de passageiros anuais. O plano de expansão é ambicioso: a área do terminal saltará de 40 mil m² para mais de 100 mil m². O número de pontes de embarque subirá de 12 para 19, assegurando que pelo menos 70% dos passageiros acessem as aeronaves sem depender de ônibus. A logística de bagagens também deve melhorar, com a instalação de um novo sistema que ampliará de três para dez os carrosséis de processamento. Novas pistas poderão receber aeronaves maiores — Foto: Divulgação/Aena A reestruturação de Congonhas segue um cronograma de cinco etapas: Fase Inicial: Entrega de hangares provisórios e novos terminais de carga.Construção do Píer: Início do novo terminal de passageiros e revitalização do hangar tombado.Montagem Tecnológica: Instalação das pontes de embarque e sistemas inteligentes de bagagem.Finalização do Pátio: Conclusão da área remota e ampliação do desembarque.Entrega Final: Inauguração do complexo modernizado e novas pistas de taxiamento. Enquanto o novo terminal de 2028 não chega, a Aena inaugurou a ampliação da área de embarque remoto (piso inferior), um local que já foi apelidado pejorativamente pelos passageiros de "batcaverna" ou "rodoviária". O espaço saltou de 1,4 mil m² para 3,3 mil m², ganhando lojas, cafés e mais assentos. Projeto da Aena é fazer um "shopping" em Congonhas — Foto: Divulgação/Aena Mas a mudança estrutural mais aguardada pela Aena é a volta da vocação internacional de Congonhas. Com a expansão das pistas e do pátio para 215 mil m², o aeroporto passará a comportar aviões maiores, como o Airbus A321neo e o Boeing 737 Max 10. Isso permitirá voos diretos para destinos sul-americanos como Buenos Aires, Santiago e Montevidéu — rotas extintas em 1985 com a abertura de Cumbica. Para potencializar esse novo momento, a acessibilidade de Congonhas ganhará ainda um reforço de peso com a chegada do monotrilho. A obra do governo estadual, prestes a ser entregue, garantiu uma estação integrada diretamente ao aeroporto, conectando passageiros à rede de metrô de São Paulo. Essa infraestrutura externa resolve um dos maiores gargalos históricos do terminal, o trânsito caótico da Avenida Washington Luís, e potencializa o plano da Aena de atrair os passageiros com mais antecedência.