Depois que o grupo afiliado ao Estado Islâmico local atacou sua fazenda, Mumbere Saidi fugiu para as minas de ouro no nordeste do Congo, percorrendo 320 km através de uma das zonas de guerra mais perigosas da África.
Ele encontrou trabalho árduo em uma cidade mineradora remota, onde garimpava ouro. Quando os tempos eram bons, Saidi, 27, enviava alguns dólares para os pais que deixou para trás. Quando eram ruins, ele lutava para alimentar sua esposa e filha ainda bebê.
Pelo menos ele se sentia seguro, até a semana passada, quando um inimigo invisível atingiu Saidi dentro de sua própria casa.
"A doença pegou ele", disse seu irmão, Kondu Ganda, também garimpeiro, usando um eufemismo comum para ebola em uma cidade onde muitos evitam a palavra.
Atrás dele, trabalhadores da Cruz Vermelha em trajes de proteção brancos removiam o corpo de Saidi de sua casa de paredes de barro e o colocavam cuidadosamente em um caixão.












