Mesmo entre os executivos mais bem pagos dos Estados Unidos, Elon Musk está em uma categoria à parte. Sua remuneração no ano passado foi de impressionantes US$ 132,3 bilhões (R$ 667,8 bilhões). Isso não é apenas 2,5 milhões de vezes o que um funcionário típico da Tesla ganhou: é 153 vezes a remuneração do segundo CEO mais bem pago.
Dylan Field, que comanda a Figma, uma plataforma de design online, ficou em segundo lugar no ranking, atrás de Musk. Mas em termos de riqueza gerada, ele ficou muito para trás. Seu pagamento de US$ 864,4 milhões (R$ 4,4 bilhões) foi um mero erro de arredondamento para Musk.
Os números vêm da mais recente pesquisa anual sobre os CEOs mais bem pagos, conduzida para o jornal The New York Times pela empresa de pesquisa Equilar. O estudo constatou que outros sete CEOs de empresas de capital aberto tiveram pagamentos de pelo menos US$ 100 milhões (R$ 512,3 milhões) no ano passado, um recorde.
A remuneração mediana dos cem CEOs mais bem pagos em empresas de capital aberto atingiu US$ 39,4 milhões (R$ 201,8 milhões) —um novo recorde, e um salto de 35,8% em apenas um ano.
Como editor e colunista, estou envolvido nessas pesquisas da Equilar desde que começaram em 2007. Elas sempre mostraram que os CEOs nos EUA são extremamente bem pagos. Mas ultimamente, a tendência é mais acentuada.







