PUBLICIDADE Uniforme da seleção de futebol ficou no centro de disputa política às vésperas da Copa do Mundo Abelardo de la Espriella, o ‘El Tigre’, protegido por um vidro blindado durante comício em Bogotá, na Colômbia — Foto: Raul ARBOLEDA/AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 04/06/2026 - 15:18 Justiça colombiana proíbe candidato de usar camisa da seleção como símbolo político A justiça colombiana proibiu Abelardo de la Espriella, candidato de extrema direita à presidência, de usar a camisa da seleção nacional como símbolo político. A decisão surge após reclamações da esquerda, liderada por Iván Cepeda, sobre a apropriação do uniforme. O uso da camisa gerou polarização política às vésperas do segundo turno das eleições, marcado para 21 de junho, e do início da Copa do Mundo. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Uma juíza proibiu o candidato de ultradireita à presidência da Colômbia, Abelardo de la Espriella, de utilizar a camisa da seleção colombiana de futebol como "símbolo" de seu partido político, após reclamações da esquerda em plena campanha para o segundo turno. Iván Cepeda, candidato de esquerda e herdeiro político do presidente colombiano, Gustavo Petro, acusou na segunda-feira (1) o ultradireitista de "roubar" e se apropriar da camisa. O segundo turno entre os dois candidatos será realizado em 21 de junho, depois que De la Espriella venceu o primeiro turno. O excêntrico advogado de 47 anos, favorito para a presidência segundo as pesquisas, costuma usar a camisa da seleção nacional em eventos públicos a poucos dias da Copa do Mundo na América do Norte, que começa em 11 de junho. Determina-se a "cessação imediata e definitiva" do uso da camisa "como símbolo identificador de seu partido político, de sua campanha ou de sua imagem pessoal em espaços públicos ou em qualquer meio", diz a decisão de um juiz de Bogotá. Alguns dos milhões de seguidores do político conhecido como "El Tigre" usam a camisa com a cabeça do animal estampada e a acompanham com sua característica saudação militar nos comícios. Na Colômbia, milhares de cidadãos também saem às ruas com a camisa tricolor em apoio à seleção e com entusiasmo diante do iminente início do torneio de futebol mais importante do mundo. A politização do símbolo nacional gerou desconforto entre os seguidores da esquerda e foi aplaudida pela extrema direita, que vê o uso da camisa como um ato de "patriotismo". A Colômbia disputará sua primeira partida na Copa do Mundo em 17 de junho contra o Uzbequistão.
Justiça proíbe candidato de extrema direita de usar camisa da Colômbia como 'símbolo'
Uniforme da seleção de futebol ficou no centro de disputa política às vésperas da Copa do Mundo











