O presidente do Missão, Renan Santos, fundador do MBL — Foto: Reprodução / Redes Sociais Enquanto Lula afirmou que vai reivindicar o evangélico Jorge Messias ao STF, Renan Santos vai apostar em sua campanha em um critério peculiar para escolher um ministro à Corte. O pré-candidato à Presidência pelo Missão vai defender que o nome seja “terrivelmente católico”. Uma alusão óbvia à expressão “terrivelmente evangélico”, usada por Jair Bolsonaro ao prometer indicar um ministro com esse perfil — no caso, o escolhido foi André Mendonça. Segundo a pesquisa Datafolha mais recente, Renan somou 3% das intenções de voto em primeiro turno, empatado tecnicamente com Ronaldo Caiado (4%) e Romeu Zema (3%).
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