Imagine que acorda numa manhã qualquer e percebe que os semáforos da sua cidade, a marcação das consultas no centro de saúde, a distribuição de electricidade e até parte das decisões municipais passaram a ser geridos por programas informáticos que conversam entre si. Não há um humano a dar cada instrução. Há agentes autónomos, capazes de planear, negociar, votar e improvisar.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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03 de Junho de 2026

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