'Dark Horse': quem é Karina da Gama, empresária ligada a contrato de R$ 108 milhões da Prefeitura de SP e filme sobre Bolsonaro — Foto: Reprodução A operação da Polícia Civil de São Paulo que investiga supostas irregularidades em contratos da produtora GoUp Entertainment, responsável pelo filme Dark Horse, recolocou a cinebiografia de Jair Bolsonaro entre os assuntos mais comentados das redes. A investigação mira especialmente a empresária Karina Gama, apontada como responsável pela empresa e pelos acordos sob apuração junto à gestão de Ricardo Nunes. Levantamento inédito da Nexus mostra que o caso gerou 1,5 milhão de interações — entre curtidas, comentários e compartilhamentos — em apenas 24 horas, de ontem para hoje. No X, o tema alcançou cerca de 6 milhões de visualizações, com pico de publicações na noite de segunda-feira. Expressões como "Produtora de Dark Horse", "Mario Frias" e "108 milhões", em referência ao contrato firmado com a prefeitura de São Paulo, dominaram as conversas. No Google, o interesse também disparou: o termo "fraude" entrou entre os mais buscados do país, impulsionado por pesquisas relacionadas ao filme. O termo foi pesquisado mais de mil vezes em apenas 3 horas. A investigação mira contratos da GoUp Entertainment e do Instituto Conhecer Brasil com a Prefeitura de São Paulo. Enquanto aliados de Bolsonaro classificam a ação como perseguição política, os responsáveis pelo projeto afirmam que a produção foi financiada exclusivamente com recursos privados.
Investigação policial sobre produtora de Dark Horse faz polêmica voltar aos holofotes nas redes
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