BRB Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília — Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 02/06/2026 - 15:03 GDF Propõe Empréstimo Bilionário para Capitalizar BRB com Urgência O governo do Distrito Federal enviou à Câmara um projeto de lei para aprovar um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos, visando reforçar o capital do BRB. A governadora Celina Leão pede urgência na tramitação. O empréstimo, destinado exclusivamente ao BRB, poderá ser garantido com recursos do FPE e FPM. A proposta inclui o ressarcimento ao DF via dividendos, juros ou venda de ações, mantendo ao menos 52% do controle acionário. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O governo do Distrito Federal encaminhou nesta terça-feira à Câmara Distrital o projeto de lei que ratifica os termos do acordo homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) entre a União, o Distrito Federal, o Banco Central e o BRB. O texto autoriza a contratação de uma operação de crédito de até R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para reforçar o capital do Banco de Brasília (BRB). Na mensagem enviada aos deputados distritais, a governadora Celina Leão pede a tramitação da matéria em regime de urgência, alegando a necessidade de apreciação com "máxima brevidade". Pelo texto, os recursos obtidos junto ao FGC deverão ser destinados exclusivamente ao aporte de capital no BRB. O projeto também autoriza o Executivo local a oferecer garantias para a operação, incluindo a vinculação de recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) como contragarantia. Na exposição de motivos encaminhada à governadora, o secretário de Economia do Distrito Federal, Valdivino José de Oliveira, destaca que a instituição contribui para a manutenção de cerca de 6 mil empregos. A proposta prevê que o BRB ressarça integralmente o Distrito Federal pelos recursos aportados, incluindo encargos financeiros e demais custos da operação. Segundo o texto, a devolução poderá ocorrer por meio da distribuição de dividendos, pagamento de juros sobre capital próprio ou outros instrumentos previstos na legislação. O projeto ainda abre a possibilidade de ressarcimento por meio da venda de participação acionária do governo no banco, desde que o Distrito Federal mantenha o controle da instituição, com pelo menos 52% das ações com direito a voto.