Especialista avalia as alegações relacionadas ao combate à corrupção, à regulação de plataformas digitais e ao Pix como as mais difíceis de serem rebatidas pelo Brasil O Brasil tem pouca margem para negociar as principais acusações apresentadas pelos Estados Unidos na investigação comercial aberta com base na Seção 301, que propôs novas tarifas aos produtos brasileiros, e o presidente Donald Trump continua sendo o principal fator de imprevisibilidade do processo. A avaliação é da economista Lia Valls, pesquisadora do FGV Ibre e responsável pelo Indicador de Comércio Exterior (Icomex) do instituto.
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Setor de máquinas já esperava tarifa proposta e argumentará que medida prejudica americanos
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