A banca portuguesa perdeu um processo contra Isabel dos Santos na justiça. A busca pelo ressarcimento do dinheiro emprestado ao universo empresarial da investidora angolana tem sido difícil, para não dizer infrutífera: os bancos não conseguem ir buscar os bens para saldar a dívida, há sociedades sem qualquer dinheiro, algumas não há como localizar, o Estado não pagou pela nacionalização da Efacec, há respostas negativas de devedores notificados com penhoras. Agora, o Tribunal da Relação de Lisboa confirmou que não há razão para que o dinheiro da venda das posições no Eurobic ao grupo espanhol Abanca sirva para, por si só, saldar dívidas de outras empresas da filha do antigo presidente de Angola ao BCP e ao Novo Banco.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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31 de Maio de 2026
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