A astrologia deveria estar em museus e livros de história, não no dia a dia das pessoas. A avaliação é de Carlos Orsi, 55, autor do livro "What Science Says About Astrology" (o que a ciência diz sobre astrologia), lançado neste mês em inglês nos Estados Unidos.
Em experimentos, o número de vezes em que a astrologia se mostrou certa foi equivalente ao que seria observado se uma pessoa chutasse todas as respostas, segundo a obra —ainda sem previsão de lançamento em português.
"As pessoas começam a tomar decisões que têm consequências importantes, graves, baseadas em informações que, no fim, são falsas", diz o jornalista, diretor de comunicação do Instituto Questão de Ciência (IQC).
No último século, o surgimento da estatística moderna e o dos computadores permitiram a ampliação dos experimentos com astrologia.
Um dos testes mais robustos foi conduzido em 2007 pelo David Voas, hoje professor de ciências sociais da University College London. Ele avaliou se alguns signos teriam maior compatibilidade amorosa.











