Pai de Henry Borel é o terceiro e último a depor nesta sexta-feira; defesa do ex-vereador afirmou que ele deixou o plenário para tomar medicação após passar mal Jairo Santos de Souza, o Jairinho, no Tribunal do Júri, em março — Foto: Gabriel de Paiva em 23/03/2026 RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 29/05/2026 - 19:14 Pais de Henry Borel deixam tribunal por problemas de saúde em julgamento de espancamento No caso Henry Borel, o ex-vereador Jairinho e Monique Medeiros deixaram o tribunal por problemas de saúde e não assistiram ao depoimento de Leniel Borel, pai de Henry. Jairinho alegou mal-estar e Monique passou mal ao ver fotos da necropsia do filho. Testemunhas técnicas descartaram hipótese de acidente, apontando sinais de espancamento. A juíza determinou o retorno de Monique ao julgamento no sábado. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, deixou o plenário do Tribunal do Júri nesta sexta-feira alegando mal-estar, poucas horas após Monique Medeiros também ser dispensada da sessão por problemas de saúde. Com isso, os dois réus não acompanharam o depoimento de Leniel Borel, pai de Henry Borel, terceiro e último a depor no dia. Segundo a defesa de Jairinho, ele “não estava muito bem” e foi levado para receber medicação. Ao GLOBO, os advogados afirmaram que o ex-vereador deixou o tribunal ainda durante o depoimento do médico-legista Luiz Airton Saavedra, uma das testemunhas técnicas ouvidas nesta sexta-feira. Mais cedo, Monique Medeiros passou mal durante a exibição de fotos da necropsia de Henry Borel no depoimento do perito criminal Luiz Carlos Leal Prestes, testemunha do Ministério Público. As imagens mostradas aos jurados exibiam lesões encontradas no corpo do menino durante o exame cadavérico. Segundo informações confirmadas pelo Tribunal de Justiça do Rio, Monique pediu para ser avaliada por uma equipe médica após se sentir mal ao acompanhar a exibição das fotografias. A juíza Elizabeth Machado Louro autorizou a ré a deixar o plenário por volta de 12h40, após ela relatar que precisava de um lugar para se deitar. A magistrada determinou, no entanto, que Monique retorne ao julgamento neste sábado. Durante o depoimento, o perito Luiz Carlos Leal Prestes afirmou aos jurados que a hipótese de acidente doméstico está “totalmente descartada” e descreveu sinais de agressões em diferentes regiões do corpo de Henry. Segundo ele, a multiplicidade das lesões indicava “sinais de espancamento”, compatíveis com impactos contundentes e batidas contra superfícies rígidas. A versão apresentada pelo perito criminal foi corroborada pelo médico-legista, ouvido na sequência pelo júri. Saavedra reafirmou que as lesões encontradas no corpo da criança são incompatíveis com uma queda acidental e apontou que ele já teria saído morto do apartamento. Não é a primeira vez que Monique demonstra reação emocional durante o julgamento. No segundo dia do júri, ela cobriu o rosto durante a exibição de fotos da necropsia feitas pela defesa de Jairinho. Já na quarta-feira, chorou ao assistir a um vídeo de Henry dançando, exibido no plenário enquanto uma médica detalhava as tentativas de reanimação da criança no Hospital Barra D’Or.
Caso Henry: após saída de Monique por mal-estar, Jairinho também deixa tribunal e os dois não acompanham depoimento de Leniel
Pai de Henry Borel é o terceiro e último a depor nesta sexta-feira; defesa do ex-vereador afirmou que ele deixou o plenário para tomar medicação após passar mal












