Grupo defende que AGU não passe por nova sabatina no Senado O ministro Jorge Messias em sabatina na CCJ do Senado — Foto: Brenno Carvalho Aliados do advogado-geral da União, Jorge Messias, têm defendido que ele não passe pela sabatina do Senado em uma nova indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). O argumento é que Messias já foi aprovado por 16 votos a 11 na sabatina da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em abril, e que seu nome deveria ir direto para a votação do plenário. A ideia tem simpatia do próprio Messias, segundo interlocutores do ministro. Como essa é a primeira vez que um nome rejeitado pelo Senado será representado à Casa, aliados do AGU veem brecha para essa iniciativa. O cálculo político feito por Lula e seu entorno é que, mesmo que Messias volte a ser rejeitado, o presidente terá um discurso de que está de contraponto ao sistema do Senado e que não pode abrir mão da prerrogativa presidenciaa de indicar o ministro do STF. Lula confirmou nesta sexta-feira (29) que voltará a indicar o advogado-geral da União para a corte. O presidente afirmou ter ficado "triste" com a derrota de Messias no Senado e disse que o advogado não foi rejeitado por falta de qualificação técnica ou por qualquer questionamento relacionado à sua conduta.
STF: A estratégia dos aliados de Messias para agilizar sua nova indicação no Senado
Grupo defende que AGU não passe por nova sabatina no Senado













