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Com o mundo suspenso (ou em suspenso) no possível/impossível, previsível/imprevisível acordo/desacordo EUA-Irão, e enquanto muitos iranianos continuam literalmente suspensos nas cordas que os enforcam — relembre-se que a morte por enforcamento, não sendo uma especificidade iraniana, cujo Código Penal, revisto em 2012 mantendo o respeito pela sharia, prevê outras variantes, tais como apedrejamento, fuzilamento, crucificação e decapitação, é o método mais apreciado no país, que, só em 2025, o aplicou 1639 vezes, de acordo com os dados mais optimistas, ou 2159 vezes segundo relatórios porventura mais próximos da realidade — há quem se dedique a reflectir sobre outros temas que nada devem ao petróleo ou à acumulação de cracas, algas e alforrecas nos cascos dos navios retidos no Golfo, colocando ainda mais obstáculos — como se não bastasse a ameaça de mísseis e drones — à sua capacidade para abandonar a região (conforme notícia do Financial Times).Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.








