Criado com a expectativa de ser um modelo para os outros Tribunais Regionais Federais, o TRF-6, com sede em Belo Horizonte, realizou nos dias 21 e 22 deste mês o "Congresso sobre Direito, Vida e Arte", uma realização do Conselho da Justiça Federal e da Escola da Magistratura da 6ª Região.

O evento está na contramão da intenção do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) de afastar o Judiciário dos interesses políticos e lobbies privados.

Luiz Edson Fachin, presidente do CNJ, recomendou a presidentes de tribunais: "Não podemos deixar que a Justiça fique aprisionada em interesses paroquiais, em conveniências econômicas ou em cálculos políticos".

O congresso contou com o apoio e recursos das seguintes entidades públicas e privadas: Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), Ajufe-MG, Ordem dos Advogados do Brasil em Minas Gerais, Codemge, Copasa, Cemig, Caixa, Governo do Brasil e Instituto Inhotim.

Luis Felipe Salomão, presidente eleito do STJ (Superior Tribunal de Justiça), foi o coordenador geral do congresso. Mônica Sifuentes, ex-presidente do TRF-6 e atual diretora da Escola da Magistratura, foi a coordenadora científica.