Em Monte Alegre do Sul, produtores têm dificuldades com escassez de mão de obra, apoio governamental e baixa no turismo ‘Prometi ao meu pai que em um ano nós conseguiríamos salvar a Cachaça Campanari e conseguimos, graças às redes sociais’, diz Máira Campanari — Foto: Divulgação A “Capital da Cachaça” paulista, Monte Alegre do Sul, está num esforço para continuar a justificar sua fama. Os alambiques espalhados pela cidade, negócios que foram passados de uma geração para a outra, reproduzindo a forma artesanal e tradicional de fazer cachaças, vivem uma crise. Para enfrentá-la, vários deles têm investido em capacitação, diversificando produtos e apostando no turismo rural, por meio de espaços de degustação e visitas guiadas.
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