Índice subiu 0,62% em maio após alta de 0,89% em abril Puxada principalmente por alimentação e energia elétrica, a prévia da inflação oficial do país desacelerou em maio, ante abril, mas foi a maior para o mês em dez anos. Após disparada em abril, os preços de combustíveis recuaram em maio, em movimento de devolução. Os efeitos da guerra no Oriente Médio no petróleo, no entanto, apareceram espalhados em outras áreas da economia, como via custo de frete e de passagens aéreas.

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