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Havia muito que o ano lectivo tinha começado, mas Rúben Silvestre, 16 anos, continuava em casa. Tinha uma vaga num estabelecimento de ensino especial à sua espera, um parecer a atestar que aquela era a resposta mais adequada para ele, mas a autorização do Ministério da Educação tardava. Acabou por chegar, com boas notícias: o Estado continuaria a financiar a escolarização de Rúben, já não numa escola regular, mas numa instituição particular de solidariedade social (IPSS) especializada. Em Novembro começou finalmente a ir à escola. Dias depois, contudo, iniciava-se uma saga que dura até hoje: a família do rapaz percebeu que ao ir para uma IPSS perdia o direito a ter transporte escolar. Não é assim em todos os municípios, calha ser assim naquele onde vive.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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27 de Maio de 2026







