Agentes financeiros já veem alguma estabilização no recente 'gap' aberto entre Lula e Flávio na disputa pelo Planalto O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência pelo PL, durante pronunciamento à imprensa — Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo Os participantes do mercado esperavam que a eleição presidencial só começasse a entrar de fato na rotina dos ativos domésticos depois da Copa do Mundo e das férias de julho. O chamado “Flávio Day 2.0”, porém, antecipou parte da volatilidade eleitoral ao provocar um choque de credibilidade no campo da direita e um forte ajuste nos preços dos ativos brasileiros. Agora, passados alguns dias do episódio, o mercado ensaia uma acomodação e volta a dar peso extra aos eventos externos, sobretudo às negociações de paz entre Estados Unidos e Irã, ainda que siga atento às movimentações eleitorais.

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