O Banco Central reiterou nesta segunda-feira (25) que a liquidação do Banco Master e instituições integrantes do conglomerado não gerou efeitos sistêmicos no SFN (Sistema Financeiro Nacional).

A avaliação consta no Relatório de Estabilidade Financeira e já havia sido feita pelo presidente do BC, Gabriel Galípolo, na última terça-feira (19).

De acordo com a autarquia, a capitalização e liquidez do sistema financeiro do país permanecem confortáveis, e com provisões adequadas ao nível de perdas esperado.

Após a liquidação, clientes ressarcidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos) direcionaram recursos principalmente para instituições financeiras (IFs) de maior porte e de maior relevância sistêmica, em linha com o esperado em eventos de resolução bancária, de acordo com a autoridade monetária.

Na semana passada, Galípolo deu a mesma garantia ao comentar que o Master correspondia a menos de 0,5% dos ativos do sistema financeiro nacional. Segundo ele, o caso se tornou relevante pelo que se fazia com o dinheiro depositado no banco, e menos com o passivo da instituição, que foi liquidada pelo BC em novembro do ano passado.