PUBLICIDADE Presidente afirmou que, se Assembleia escolhesse novo governador do Rio, 'viria um miliciano'; em nota, Casa diz ser 'inaceitável' criminalizar deputados e instituições e exige respeito O deputado Douglas Ruas, presidente da Alerj, na Marcha para Jesus, realizada neste sábado, no Centro do Rio — Foto: Fernanda Alves RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/05/2026 - 21:34 Alerj reage a Lula após associação com milicianos em escolha de governador A Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) respondeu às declarações do presidente Lula, que associou a Casa a milicianos, caso escolhesse o novo governador. A Alerj, presidida por Douglas Ruas, considerou a fala inaceitável e pediu respeito às instituições. Lula fez a declaração em meio à polêmica sobre a eleição do sucessor de Cláudio Castro, com a justiça impedindo uma escolha indireta. A Alerj destacou os desafios históricos de segurança e defendeu união institucional. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) reagiu neste sábado às declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou, durante visita ao Rio, que “viria um miliciano” caso a Casa tivesse sido responsável por escolher o novo governador do estado. Em nota, a Alerj, presidida pelo deputado Douglas Ruas (PL) disse considerar “inaceitável qualquer tentativa de generalizar ou criminalizar” seus integrantes e cobrou respeito às instituições, inclusive por parte do presidente da República. A declaração de Lula foi em referência à tentativa do grupo político do ex-governador Cláudio Castro (PL) de realizar uma eleição indireta para definir seu sucessor, hipótese barrada pela Justiça. Ruas é o candidato da família Bolsonaro para concorrer ao governo do estado em outubro contra o ex-prefeito Eduardo Paes, aliado de Lula. Durante agenda na Fiocruz, na Zona Norte do Rio, o presidente afirmou ao governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, que “não é possível que uma cidade como o Rio tenha territórios tomados pela milícia” e declarou esperar que ele trabalhe para “prender políticos que fazem parte de uma milícia organizada”. Na nota, a Alerj afirmou ainda que que o Rio enfrenta “desafios históricos na segurança pública”, ligados “à ausência de políticas nacionais eficazes de combate ao tráfico de armas, às fronteiras abertas ao crime organizado e à expansão das facções criminosas em todo o país”. O texto conclui dizendo que o momento exige “união institucional, equilíbrio e responsabilidade — e não declarações que estimulem divisão política ou prejulguem instituições”. A Assembleia afirma ainda que seguirá trabalhando “pelo fortalecimento da democracia, da segurança pública e da defesa da população do Estado do Rio de Janeiro”.
Alerj rebate Lula após presidente associar parlamento fluminense a milicianos
Presidente afirmou que, se Assembleia escolhesse novo governador do Rio, 'viria um miliciano'; em nota, Casa diz ser 'inaceitável' criminalizar deputados e instituições e exige respeito












