A organização Global Sumud Flotilla, que organiza flotilhas com destino à Faixa de Gaza, acusou nesta sexta-feira (22) soldados de Israel por agressões e estupros de ativistas detidos na última missão do grupo. Foram mais de 400 detidos, que em seguida foram deportados para a Turquia.
O serviço prisional israelense negou as acusações. "São falsas e inteiramente sem base factual. Todos os prisioneiros e detidos são mantidos de acordo com a lei, com toda consideração pelos seus direitos básicos e sob a supervisão de equipe prisional treinada e profissional", afirmou um porta-voz em comunicado.
Em vídeos divulgados pela organização, parte dos deportados é deslocada de maca ao chegar à Turquia, e outros mostram marcas de feridas e hematomas que teriam sido resultado de violência praticada por soldados.
A organização afirma que um dos barcos teria sido particularmente usado para os abusos. Segundo, a entidade 15 agressões sexuais foram relatadas, 12 delas na embarcação, que teria sido convertida em prisão improvisada com contêineres e arame farpado.
"Pelo menos 12 agressões sexuais foram documentadas somente naquela embarcação, incluindo estupro anal e penetração forçada com arma de fogo", diz o grupo em nota.











