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Com Tonito cre bai, a derradeira faixa do seu disco de estreia, deixara-nos há dois anos Fidju Kitxora — “filho que chora”, em crioulo — no pico do transe. Um transe arrancado a ferros e gaitas da brava, bravíssima comunidade cabo-verdiana da Amadora, circa 1997, e trazido até nós, a centenas ou milhares de batidas por minuto, por um filho anónimo da diáspora, mal refeito ainda do seu primeiro caminho de Santiago (e de Santo Antão, e de São Vicente, e de São Nicolau).Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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22 de Maio de 2026











