Peça da Hermès chama atenção por estética sem excessos e reflete mudança no consumo de alto padrão, cada vez mais guiado por discrição, herança e valor simbólico Bolsa Birkin chama atenção em convocação de Ancelotti e reforça tendência do luxo silencioso — Foto: Reprodução Instagram/Globo Esporte RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 19/05/2026 - 14:37 "Luxo Discreto: Bolsa Birkin de R$ 180 Mil Reflete Nova Tendência" A bolsa Birkin 30 da Hermès, usada por Mariann McClay e avaliada em R$ 180 mil, evidencia a tendência do "luxo discreto", refletindo uma mudança no consumo de alto padrão, agora guiado pela discrição e valor simbólico. Esse movimento, destacado por especialistas como Tamara Lorenzoni, prioriza a herança e excelência artesanal, contrastando com a ostentação. No mercado de luxo, o foco está na narrativa e no capital cultural, além da permanência e legado das marcas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Entre os flashes da primeira convocação oficial de Carlo Ancelotti como técnico da Seleção Brasileira, um detalhe ultrapassou o universo esportivo e ganhou espaço em portais de lifestyle e no circuito do mercado de luxo: a Birkin 30, da Hermès, usada por Mariann McClay. Em tons de preto e bege e avaliada em cerca de R$ 180 mil, a peça sintetiza um movimento cada vez mais evidente entre consumidores de alta exigência, o retorno de um luxo pautado por discrição, permanência e capital cultural. Longe de uma estética baseada em logotipos ostensivos ou excesso visual, itens desse universo passaram a representar mais do que status imediato. Eles se consolidam como símbolos ligados à herança das maisons, à excelência artesanal e à construção de valor simbólico, atributos que vêm redefinindo a forma como o desejo se organiza no mercado internacional de luxo. Para a estrategista de marcas com atuação internacional e especialista no setor, Tamara Lorenzoni, a escolha de Mariann McClay evidencia uma mudança relevante na relação contemporânea com consumo e imagem. "Existe uma diferença muito clara entre ostentação e presença. O consumidor contemporâneo do luxo já não busca apenas reconhecimento imediato, mas uma narrativa capaz de sustentar permanência, singularidade e herança. Peças como essa não operam apenas no campo do consumo, mas da construção simbólica de valor. Existe raridade, excelência artesanal e uma sutileza que conversa diretamente com um público de alta exigência", analisa. Segundo Tamara, o chamado luxo silencioso deixou de ser apenas uma direção estética e passou a refletir uma lógica cultural ligada à identidade e ao repertório. "O verdadeiro desejo no mercado de luxo nasce daquilo que não precisa se explicar o tempo todo. Existe uma curadoria muito precisa por trás dessas escolhas. Quando uma figura pública aparece com um acessório assim, ela comunica capital cultural, repertório e uma relação mais refinada com consumo e imagem", afirma. Birkin de Mariann McClay rouba a cena em convocação de Ancelotti e simboliza novo luxo discreto — Foto: Reprodução Instagram A especialista observa ainda que grandes maisons internacionais têm reforçado atributos associados à permanência e ao legado, em contraste com movimentos mais efêmeros impulsionados pela dinâmica acelerada das redes sociais. “O luxo contemporâneo está cada vez menos associado ao excesso e mais conectado à experiência, à memória e à consistência estética. O que cria valor hoje não é apenas o produto em si, mas a narrativa que o antecede e a capacidade da marca de manter sua relevância ao longo do tempo”, conclui.
Bolsa de R$ 180 mil de Mariann McClay reforça tendência do luxo discreto; entenda
Peça da Hermès chama atenção por estética sem excessos e reflete mudança no consumo de alto padrão, cada vez mais guiado por discrição, herança e valor simbólico








