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Embora as grandes empresas tecnológicas, como a Google, Microsoft e Meta, e as associações de produtores de videojogos reconheçam a necessidade de aumentar a segurança de crianças e jovens na Internet, deixam várias críticas ao desenho da proposta de lei que está a ser trabalhada no Parlamento. Apontam falhas ao facto de haver conceitos poucos concretos e dúvidas sobre os limites que as restrições poderão abranger. Dizem ainda que, na forma como é apresentada, a lei trará riscos para a privacidade dos utilizadores e alertam que uma futura legislação nacional poderá entrar em conflito com regras já definidas pela União Europeia.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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15 de Maio de 2026











