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Arqueólogos e historiadores reuniram informação de várias fontes – fotografias antigas como a que aqui reproduzimos, desenhos, plantas, testemunhos escritos e orais – e cruzaram-na com a observação no terreno para determinar a área a escavar. Chegaram, assim, a um “palpite informado” que veio a compensar.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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15 de Maio de 2026