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Estudante entrou na Unirio sem preencher requisitos do edital
O Ministério Público Federal (MPF) celebrou, nesta semana, o terceiro Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com estudantes da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) para reparar a ocupação indevida de vagas destinadas a cotas raciais.
O acordo foi assinado nessa terça-feira 12 entre o MPF, a Unirio e um estudante do curso de medicina que ingressou na instituição em 2016 por meio de vaga reservada a candidatos pretos, pardos ou indígenas, sem preencher os requisitos previstos no edital.
De acordo com o MPF, pelo TAC, o estudante deverá pagar 720 mil reais, divididos em 100 parcelas mensais de 7,2 mil reais, além de participar de curso de letramento racial com carga horária teórica e prática oferecido pela própria universidade.








