Agência afirma que país precisa cortar de 2% a 2,5% do PIB em gastos para estabilizar dívida pública

Estudo mostra que uma melhora substancial na trajetória da dívida bruta ajudaria no controle da inflação e abriria espaço para juros significativamente mais baixos

Agência afirma que país precisa cortar de 2% a 2,5% do PIB em gastos para estabilizar dívida pública