Estudo OPERA avaliou por três anos o uso de cabotegravir como profilaxia pré-exposição (PrEP) injetável, o qual demonstrou alta efetividade na prática clínica

A taxa de incidência de infecção pelo HIV durante o uso de cabotegravir foi de apenas 0,1% ao ano

Acordo será submetido na próxima semana à comissão de incorporação de tecnologias no SUS, segundo Padilha