Bancada evangélica diz que texto pode levar à perseguição religiosa e deputados citam bíblia para pregar a submissão da mulher ao marido. Proposta equipara misoginia a racismo.

Oposição na Câmara vê censura e ameaça à liberdade religiosa. Relatora redefiniu conceito de misoginia aprovado pelo Senado; equiparação a racismo torna o crime inafiançável.

Levantamento do g1 revela como tribunais brasileiros aplicam o termo misoginia em decisões sobre casos de violência doméstica, assédio moral e ataques em redes sociais.

Texto ainda passará por modificações antes da votação do mérito, que deve ser antes do recesso

Câmara aprova urgência para projeto de lei que criminaliza a misoginia