É época de eleições e a máquina eleitoral do Planalto está a todo vapor, ignorando sinais de que a trajetória do endividamento público pode trazer desastres mais à frente

IFI aponta que a dívida pública seguirá em alta mesmo com hipóteses otimistas para PIB e juros

Com bancos centrais elevando juros, situação fiscal do Brasil volta ao foco, exigindo medidas rápidas do próximo governo para garantir sustentabilidade econômica

Entre janeiro e maio deste ano, o déficit acumulado é de R$ 44,4 bilhões

Dívida está em 81,1% do PIB, o maior patamar em cinco anos, desde maio de 2021

Com juros estratosféricos e gasto no acelerador, déficit do setor público tem novo recorde: R$ 1,26 trilhão

É época de eleições e a máquina eleitoral do Planalto está a todo vapor, ignorando sinais de que a trajetória do endividamento público pode trazer desastres mais à frente