Aumento dos gastos públicos e despesa com juros pesam no resultado, que não tem cenário otimista para o futuro próximo

Documento do Banco de Compensações Internacionais (BIS) alerta para risco de o endividamento privado ter repercussões nos endividamentos dos governos, virando um passivo fiscal

IFI aponta que a dívida pública seguirá em alta mesmo com hipóteses otimistas para PIB e juros

No mês passado, resultado foi negativo em R$ 53,3 bi, segundo dados do Tesouro Nacional

Com bancos centrais elevando juros, situação fiscal do Brasil volta ao foco, exigindo medidas rápidas do próximo governo para garantir sustentabilidade econômica

No acumulado de 12 meses, o déficit atingiu R$ 142,3 bilhões, equivalente a 1,06% do PIB

Entre janeiro e maio deste ano, o déficit acumulado é de R$ 44,4 bilhões

Em maio, a despesa total em proporção do PIB atingiu 19,6% no acumulado em 12 meses, de acordo com o Relatório do Tesouro Nacional

Dívida está em 81,1% do PIB, o maior patamar em cinco anos, desde maio de 2021

Com juros estratosféricos e gasto no acelerador, déficit do setor público tem novo recorde: R$ 1,26 trilhão

Aumento dos gastos públicos e despesa com juros pesam no resultado, que não tem cenário otimista para o futuro próximo

Com juros elevados e endividamento de 81% do PIB, superávit primário necessário para conter a dívida começa a chegar a níveis inviáveis politicamente