O retorno à diplomacia ocorre após vários dias de ataques e contra-ataques desde que um projétil iraniano atingiu um navio de carga no Estreito de Ormuz na quinta-feira

Documento foi assinado pelos presidentes norte-americano, Donald Trump, e iraniano, Masoud Pezeshkian, há menos de 10 dias.

Os lados em conflito acusaram-se mutuamente de violar o acordo alcançado há duas semanas para pôr fim ao conflito que já durava quatro meses

O novo fogo cruzado reacendeu as dúvidas sobre os esforços para manter o estratégico Estreito de Ormuz aberto

Assinado para encerrar as hostilidades, o memorando entre Washington e Teerã acumula impasses, ataques e ameaças em menos de duas semanas, deixando a trégua praticamente esvaziada.

Ataques dos EUA a posições iranianas em Ormuz na semana passada interromperam trégua assinada em 17 de junho.

Após três dias de intensa troca de ataques, que levaram o acordo de cessar-fogo à beira do colapso, EUA e Irã concordaram no domingo em encerrar as hostilidades, segundo agência

Em meio a troca de ataques e disputas narrativas, diplomacia iraniana lança esforço para manter influencia sobre rota naval e na região; chanceler pediu que Iraque não autorize…

Nos últimos dias, as duas partes trocaram acusações sobre violações do cessar-fogo, o que aumentou a tensão após a assinatura do memorando em 17 de junho

O retorno à diplomacia ocorre após vários dias de ataques e contra-ataques desde que um projétil iraniano atingiu um navio de carga no Estreito de Ormuz na quinta-feira