Mais do que uma questão de saúde pública, o déficit de saneamento afeta o cotidiano de milhões de brasileiros de formas que vão muito além do que os números oficiais conseguem mostrar.

Apenas um terço das residências nordestinas tem acesso à rede coletora e 47% da água potável é perdida nos sistemas de distribuição

Além do impacto sanitário, a falta de saneamento básico compromete indicadores econômicos concretos e freia o desenvolvimento de regiões inteiras do país.