Segundo a Polícia Civil e o Ministério Público, a Transunião aumentou artificialmente seu capital social ao registrar ônibus como novos aportes, embora parte dos veículos já pertencesse à empresa ou estivesse em nome de supostos laranjas. De acordo com a investigação, a manobra teria sido usada para criar uma capacidade financeira fictícia e ampliar as chances da empresa em licitações.

Segundo o Ministério Público, Senival Moura e o ex-diretor da empresa de ônibus Transunião Adauto Soares foram 'condenados à morte' após integrantes do PCC descobrirem supostos…

Investigação que levou a polícia a Senival foi iniciada após a execução de Adauto Soares Jorge, então presidente da empresa, em 2020