Ataques dos EUA a posições iranianas em Ormuz na semana passada interromperam trégua assinada em 17 de junho.

Mídia iraniana diz que projétil atingiu Sirik, no sul do país; americanos retaliam bomba contra navio em Hormuz

Documento foi assinado pelos presidentes norte-americano, Donald Trump, e iraniano, Masoud Pezeshkian, há menos de 10 dias.

O novo fogo cruzado reacendeu as dúvidas sobre os esforços para manter o estratégico Estreito de Ormuz aberto

Escalada inclui ataques com drones, bombardeios e ações no Estreito de Ormuz, aumentando o risco de colapso do acordo entre Irã e EUA.

País responde ataques dos Estados Unidos no início da noite. Governo de Donald Trump usou drones, bombardeios e fez ações no Estreito de Ormuz.

Ataque ocorreu um dia após novo cessar-fogo com Líbano; Irã condiciona manutenção da trégua ao fim dos combates

Terceiro dia de bombardeios na região amplia risco de ruptura do cessar-fogo; ataques a bases no Golfo elevam tensão e voltam a pressionar rotas estratégicas do petróleo mundial.

Assinado para encerrar as hostilidades, o memorando entre Washington e Teerã acumula impasses, ataques e ameaças em menos de duas semanas, deixando a trégua praticamente esvaziada.

Ataques dos EUA a posições iranianas em Ormuz na semana passada interromperam trégua assinada em 17 de junho.

Após três dias de intensa troca de ataques, que levaram o acordo de cessar-fogo à beira do colapso, EUA e Irã concordaram no domingo em encerrar as hostilidades, segundo agência

Nos últimos dias, as duas partes trocaram acusações sobre violações do cessar-fogo, o que aumentou a tensão após a assinatura do memorando em 17 de junho

O retorno à diplomacia ocorre após vários dias de ataques e contra-ataques desde que um projétil iraniano atingiu um navio de carga no Estreito de Ormuz na quinta-feira