As ações também sofreram pressão devido à alta nos rendimentos (yields) do mercado de títulos públicos, que subiram acompanhando os preços do petróleo

Houve alívio na percepção global de risco ao longo da sessão, mas moeda americana seguiu em alta na maioria dos mercados

Retomada dos confrontos ameaçou o cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã, fazendo com que os índices futuros de Nova York também recuassem

As incertezas sobre o patamar das negociações no Oriente Médio trouxeram um certo grau de cautela aos investidores e pressionaram os preços do petróleo

Paralelamente, os preços do petróleo subiram mais de 2 dólares por barril

Persistência das tensões no Oriente Médio volta a alimentar preocupações com a inflação global, impulsionando os rendimentos dos títulos do Tesouro americano

A agência de notícias iraniana Fars informou que o Irã não quer fechar um acordo com os Estados Unidos que ignore o Líbano, que vem sendo alvo de ataques israelenses

As ações também sofreram pressão devido à alta nos rendimentos (yields) do mercado de títulos públicos, que subiram acompanhando os preços do petróleo

Perspectiva de que a guerra entre EUA e Irã possa chegar ao fim em breve volta a impulsionar a busca por ativos de risco no mercado

Brent encerrou em queda de 2,84%, cotado a US$ 95,03 e o WTI caiu 3,10%, a US$ 93,04 por barril

Nas bolsas de NY, Dow Jones bate novo recorde, mas Nasdaq cede após tombo da Broadcom

ING pontua ainda que os elevados estoques acumulados antes da guerra têm servido como um amortecedor para o mercado, mas essa proteção vem diminuindo a cada dia