Outra pessoa envolvida no caso foi assassinada na prisão em agosto de 2020 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ex-presidente do Equador, Abdalá Bucaram foi condenado a nove anos e quatro meses de prisão, junto com seu filho Jacobo, por venda irregular de testes de Covid-19 no auge da pandemia — Foto: Reprodução Um tribunal equatoriano condenou, nesta quarta-feira, o ex-presidente Abdalá Bucaram e seu filho Jacobo a nove anos e quatro meses de prisão pela venda irregular de testes de Covid-19 durante o auge da pandemia no país. Ambos foram identificados como "colaboradores" no crime organizado, informou o Ministério Público ao anunciar a sentença de primeira instância. O ex-presidente ouviu o veredito remotamente de uma clínica em Guayaquil, onde recebia tratamento para problemas cardíacos. O local estava sob vigilância policial. O julgamento pela venda irregular de pelo menos 21.000 testes de diagnóstico de Covid-19 durou seis anos. Os autores diretos, identificados como Leandro B. e Sheinman O., foram condenados a 13 anos e 4 meses como autores diretos do crime, segundo o Ministério Público. Outra pessoa envolvida no caso foi assassinada na prisão em agosto de 2020. Covid-19: os três anos da pandemia em fotos 1 de 20 Policial usa equipamento de proteção individual e carrega alimentos para distribuir em área residencial restrita devido à disseminação da Covid-19, em 15 de março de 2022, na Mongólia — Foto: AFP 2 de 20 Médico em traje de proteção desinfeta colega em clínica de teste para Covid-19 em Wuhan, na China — Foto: Noel Celis / AFP X de 20 Publicidade 20 fotos 3 de 20 Soldados brasileiros desinfetam estação de metrô em Brasília na madrugada de 29 de março de 2020 — Foto: Evaristo Sa / AFP 4 de 20 Médicos trabalham em hospital de campanha montado em Roma para atender pacientes da Covid-19 — Foto: Andreas Solaro / AFP X de 20 Publicidade 5 de 20 Médico mostra a paciente seu filho recém-nascido em um vídeo ao vivo em um hospital em Nova York, em abril de 2020. No centro da crise do coronavírus, quase 200 bebês nasceram desde março - enquanto algumas mulheres grávidas ficaram gravemente doentes, os médicos estão vencendo batalhas por suas vidas e por seus filhos — Foto: VICTOR J. BLUE / The New York Times 6 de 20 Ato no gramado em frente ao Congresso Nacional em homenagem às vítimas da Covid-19 e contra o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro — Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo X de 20 Publicidade 7 de 20 Manifestantes participam de um protesto contra o presidente Jair Bolsonaro, enquanto mantêm distância social em frente ao Congresso Nacional, em Brasília — Foto: ADRIANO MACHADO / REUTERS 8 de 20 Membros das gangues 'Mara 18' e 'MS-13' são vistos sob custódia em prisão de segurança máxima em El Salvador — Foto: Yuri Cortez / AFP X de 20 Publicidade 9 de 20 Artista se apresenta em uma Times Square quase vazia na cidade de Nova York, em 26 de março de 2020 — Foto: MARK ABRAMSON / The New York Times 10 de 20 Pessoas se sentam nas mesas, respeitando o distanciamento social, na Times Square. A cidade de Nova York entra na segunda fase da reabertura em 22 de junho. As pessoas voltam a poder comer ao ar livre em restaurantes, e barbearias e salões de beleza também podem abrir com 50% da capacidade — Foto: JOHANNES EISELE / AFP X de 20 Publicidade 11 de 20 O Papa Francisco preside a cerimônia da Via Sacra na praça vazia de São Pedro, no Vaticano, durante a Sexta-feira Santa, em 10 de abril de 2020 — Foto: NADIA SHIRA COHEN / The New York Times 12 de 20 Dulcineia da Silva Lopes, 59 anos, recebe vacina CoronaVac diante da estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. Ela e Therezinha da Conceição, de 80 anos, foram as primeiras moradoras do Rio a receberem a vacina — Foto: Ricardo Moraes / Reuters X de 20 Publicidade 13 de 20 Primeiro voluntário recebe vacina contra a Covid-19 brasileira, desenvolvida na UFMG. — Foto: Divulgação / TV UFMG 14 de 20 Estudantes entre 15 e 18 anos esperam para serem vacinados com uma dose da vacina Covaxin contra a Covid-19 durante uma campanha de vacinação em uma escola em Bangalore, na ÍndiaAFP — Foto: AFP/AFP X de 20 Publicidade 15 de 20 Vacina contra COVID-19 — Foto: Brenno Carvalho/O GLOBO 16 de 20 Bolsonaro defendeu o uso de cloroquina em lives, remédio sem qualquer comprovação científica no tratamento da Covid-19 — Foto: Reprodução X de 20 Publicidade 17 de 20 23/05/2021 - "Fique bem claro: o meu Exército Brasileiro jamais irá às ruas deixar vocês dentro de casa", disse Bolsonaro ao lado do então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, alvo de investigação da CPI da Covid no Congresso — Foto: Andre Borges/AFP 18 de 20 Manifestantes exibem cartazes representando o presidente brasileiro com a frase "A cepa Bolsonaro, perigo mundial", em frente à embaixada do Brasil em Buenos Aires, Argentina. Brasil ultrapassou a marca de 360 mil mortos pela Covid-19 — Foto: AGUSTIN MARCARIAN / REUTERS - 14/04/2021 X de 20 Publicidade 19 de 20 Pazuello presta depoimento na CPI da Covid — Foto: Agência Senado 20 de 20 Rio de Paz prestará homenagem a Márcio Antônio Silva, pai de vítima da Covid-19 que participou de protestos no Rio em defesa da vida — Foto: Reprodução X de 20 Publicidade OMS decretou fim da emergência sanitária da doença em todo o mundo Anteriormente, Bucaram publicou uma mensagem no Twitter indicando que havia solicitado alta médica "apesar de estar em risco de morte súbita" e que tinha certeza de que receberia uma sentença de prisão. "Poderei me defender e o país conhecerá os detalhes horríveis deste processo", acrescentou. Em 2021, um juiz arquivou o caso contra o ex-presidente e seu filho, mas, após a promotoria recorrer da decisão, o julgamento prosseguiu. Bucaram foi deposto do cargo durante um levante popular em fevereiro de 1997, seis meses após assumir a presidência. Ele viveu exilado no Panamá por duas décadas.