Elaborado pelo Valor em parceria com Serasa Experian e FGVcef, anuário avaliou informações contábeis-financeiras de 1.034 empresas 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Os resultados consolidados eElaborado pelo Valor em parceria com Serasa Experian e FGVcef, anuário avaliou informações contábeis-financeiras de 1.034 empresas o ranking final das empresas que compõem o Valor 1000 são fruto de um esforço coletivo de coleta, tratamento, tabulação e análise realizado há 26 anos consecutivos e que envolve diversos profissionais do Valor, em parceria com a Serasa Experian e o Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGVcef). Os profissionais responsáveis se debruçam sobre informações contábeis e financeiras coletadas a partir de dados públicos ou fornecidos pelas empresas para avaliar diferentes aspectos dos negócios (receitas, despesas, margens, dívidas), definir o ranking final das mil maiores empresas e elencar as melhores dos 27 setores de atividade não financeiros que compõem o anuário. No segmento financeiro, o Valor aponta o melhor banco, a partir da combinação de indicadores contábeis e financeiros com as melhores práticas ESG. Neste ano, o processo de avaliação da melhor empresa de cada setor novamente se deu em duas etapas: uma avaliação contábil-financeira, correspondendo a 70% da nota final, e uma avaliação de práticas ESG — sigla em inglês para as práticas ambientais, sociais e de governança adotadas pelas companhias —, correspondendo a 30% da nota final. A primeira etapa contemplou a análise de seis quesitos, dos quais três tiveram maior peso: receita líquida (peso 3); margem Ebitda (peso 2,5); e rentabilidade do patrimônio líquido médio (peso 1,5). Nessa etapa, três outros critérios também foram avaliados, todos com peso 1: crescimento médio anual da receita líquida nos últimos cinco anos; alavancagem financeira, medida pela relação entre a dívida financeira líquida e o Ebitda; e cobertura de juros (relação entre o Ebitda e as despesas financeiras do exercício). Na segunda etapa (ESG), as três empresas mais bem ranqueadas nos seis critérios de avaliação contábil e financeira foram avaliadas por um comitê formado pelo Valor e FGVcef e que nesta edição contou com a participação de 23 profissionais de mercado especializados no tema: Alexandra Nardy, André Gonçalves Nunes, Carlos Massaru Takahashi, Carolina Learth, Caroline Dihl Prolo, Daniela Garcia Oliveira, Denise Hills, Felipe Puppi, Frederico Seifert, Gabriela Bertol, Gregori Medina Birnie, Henri Rysman, Isabella Salton, Jandaraci Araújo, Junia Nogueira de Sá, Ligia Maura Costa, Liliane Rocha, Natália Franceschini Muto, Rafaella Dortas, Samir Luna de Almeida, Sonia Consiglio, Victoriana Leonora Corte Gonzaga e Yara Formigoni. O resultado dessa avaliação correspondeu a uma nota de 0 a 30 pontos na pontuação final de cada uma das três primeiras colocadas nos 27 setores não financeiros, como também no segmento de bancos avaliados nesta edição. Os trabalhos de coleta e análise das informações contábeis das empresas tiveram início em abril, com a maior frequência de divulgação dos resultados das empresas de capital fechado que publicam voluntariamente as suas demonstrações contábeis. Entre as mil maiores, 26% têm o capital aberto no Brasil ou no exterior. Os resultados do ranking das mil maiores empresas desta edição foram consolidados a partir da análise de informações de 1.034 empresas. A nota de corte da última colocada do ranking cresceu cerca de 3% de um ano para outro, passando de R$ 799,8 milhões em receita líquida na edição 2025 (dados de 2024) para R$ 825,9 milhões no ano passado.
Valor 1000: Análise completa em duas etapas
Elaborado pelo Valor em parceria com Serasa Experian e FGVcef, anuário avaliou informações contábeis-financeiras de 1.034 empresas






