Andrei Rodrigues e cúpula da PF receberam afastamento com “IIndignação e revolta” 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Entrevista Exclusiva - Andrei Rodrigues, Diretor-Geral da Polícia Federal — Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo “Indignação e revolta”. São essas as palavras usadas por integrantes da Polícia Federal para descrever o clima na cúpula do órgão e de Andrei Rodrigues após seu afastamento do comando da corporação. A medida foi imposta pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça , como revelou a colunista Malu Gaspar. Diante do cenário, parte dos 27 superintendentes regionais da PF passou a defender a entrega de cargos para mostrar apoio a Rodrigues. A ideia do movimento é deixar evidente a reprovação à conduta de Mendonça, vista como uma ingerência direta no órgão. A decisão, no entanto, está em debate e ainda não foi tomada pela Polícia Federal. O ministro André Mendonça determinou o afastamento de Andrei Rodrigues, chefe da PF, sob o argumento de que teria sido alvo de um “monitoramento sistemático” e ilegal realizado pela área de inteligência do órgão por mais de um mês. O magistrado listou seis relatórios produzidos entre os dias 3 e 31 de agosto, com análises sobre sua atuação e sobre sua relação com o advogado-geral da União, Jorge Messias. Mendonça determinou o afastamento de Rodrigues em decisão tomada a partir de pedido do partido Novo.
Chefes regionais da PF defendem entrega coletiva de cargos em apoio a Andrei Rodrigues contra Mendonça
Andrei Rodrigues e cúpula da PF receberam afastamento com “IIndignação e revolta”












