Documentário na Netflix alinhava de forma sutil e contundente as dimensões privadas e públicas, nos EUA e no mundo, da trágica herança dos atentados de 2001 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 An Nguyen, que perdeu o pai imigrante sul-vietnamita funcionário do Pentágono, em cena de "Ponto de virada: Geração 11 de Setembro" — Foto: Divulgação Ao honrar em 2005 a celebração de uma década do É Tudo Verdade com sua visita para uma inédita retrospectiva no Brasil, o documentarista americano Robert Drew (1924-2014) me surpreendeu respondendo enfaticamente que o evento mais marcante que tinha vivido havia sido o ataque japonês a Pearl Harbour, em dezembro de 1940, catalisando o decisivo engajamento dos EUA na Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Eu tinha em mente duas outras respostas: o assassinato em novembro de 1963 do presidente americano John Fitzgerald Kennedy (1917-1963) e o trauma ainda recente do ataque terrorista da Al-Qaeda que derrubara as Torres Gêmeas do World Trade Center de Nova York, em 11 de setembro de 2001.

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Série reúne sobreviventes que se ajudaram nos ataques do 11 de Setembro

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