Maggie Gyllenhaal conta que tecnologia foi usada para recriar a atriz com Dakota Johnson, mas resultado foi considerado menos 'comovente, humano, vivo' 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Maggie Gyllenhaal diz ter desistido de usar IA para recriar Marilyn Monroe em curta sobre a atriz: 'Basicamente não funcionou' — Foto: Franziska Krug A atriz e diretora Maggie Gyllenhaal abandonou o uso de inteligência artificial generativa em vídeo durante a produção de “Flesh Impact”, curta de 17 minutos sobre Marilyn Monroe. Segundo ela, a tecnologia foi testada para recriar a atriz, mas o resultado ficou aquém do obtido com Dakota Johnson. — E basicamente não funcionou — afirmou nesta sexta-feira, durante uma conversa sobre inteligência artificial no Festival de Cinema de Veneza. Marilyn Monroe no filme 'Quanto mais quente melhor' — Foto: Reprodução Gyllenhaal preside o júri da edição deste ano do festival e também apresenta o curta, no qual Dakota Johnson interpreta Marilyn Monroe no auge da carreira. Ellen Burstyn vive a atriz mais velha, em uma versão imaginada de como ela poderia ter sido caso não tivesse morrido em 1962. — As pessoas que encomendaram este projeto me pediram para usar IA — disse Gyllenhaal. A diretora contou que a equipe utilizou uma ferramenta de IA licenciada, treinada com filmes de Marilyn Monroe para os quais tinha os direitos. Curiosa com a possibilidade, ela decidiu testar o recurso. — Eles usavam uma IA licenciada, treinando-a com filmes de Marilyn Monroe dos quais tínhamos os direitos. E eu embarquei na ideia. Pensei: 'Tudo bem, estou curiosa. Vamos ver' — contou a autora de “A Noiva!” e “A Filha Perdida”. O experimento, porém, não convenceu. Depois de trabalhar por um período com a tecnologia, Gyllenhaal decidiu retirar as imagens geradas por IA do projeto. — Trabalhamos muito nisso e, no fim, descartei porque o que saía com Dakota interpretando Marilyn Monroe era muito mais comovente, humano, vivo — acrescentou. Fotos marcantes da carreira e vida de Marilyn Monroe 1 de 18 A infância de Monroe foi marcada por instabilidade, mudanças frequentes de lares e supostos casos de abuso — Foto: Wikimedia 2 de 18 Monroe com dois anos de idade — Foto: Divulgação X de 18 Publicidade 18 fotos 3 de 18 Monroe com seu primeiro marido, James Dougherty , por volta de 1943-44 . Eles se casaram quando ela tinha 16 anos e se divorciaram em 1946, quando ela tinha 20. O casal se separou pois Dougherty era contra sua carreira — Foto: Divulgação 4 de 18 Marilyn chegou a trabalhar em uma fábrica durante a 2ª Guerra Mundial quando conheceu um fotógrafo e iniciou a carreira de modelo pin-up — Foto: Wikimedia X de 18 Publicidade 5 de 18 Monroe quando iniciou a carreira de modelo pin-up — Foto: Wikimedia 6 de 18 Monroe no início de carreira antes de platinar o cabelo — Foto: Divulgação X de 18 Publicidade 7 de 18 Foto clássica de Marilyn Monroe em 'O pecado mora ao lado' (1955), um dos maiores sucessos de bilheteria de sua carreira — Foto: Divulgação 8 de 18 Monroe e seu segundo marido, Joe DiMaggio, em janeiro de 1954. A união lembrada como problématica e abusiva durou cerca de 9 meses — Foto: Wikimedia X de 18 Publicidade 9 de 18 Marilyn Monroe em "Os homens preferem as loiras" (1981), obra clássica que possui a interpretação da estrela da música "Diamonds Are a Girl's Best Friend" — Foto: Wikimedia 10 de 18 Marilyn Monroe e Arthur Miller se casaram em 1956 e se separaram em 1961 — Foto: Divulgação X de 18 Publicidade 11 de 18 Monroe com Robert F. Kennedy (à esquerda) e John F. Kennedy (ao centro, atrás) em 1962. Historiadores acreditam que ela provavelmente teve casos com ambos os homens — Foto: Wikimedia 12 de 18 Monroe com atores no set de filmagem de O Anjo Exterminador durante sua visita ao México em fevereiro de 1962, uma de suas últimas aparições na mídia — Foto: Wikimedia X de 18 Publicidade 13 de 18 Uma das últimas sessões de fotos de Monroe por George Barris , 23 dias antes de sua morte , julho de 1962 — Foto: Wikimedia 14 de 18 Marilyn Monroe em Os Desajustados (1961), último filme de sua carreira — Foto: Wikimedia X de 18 Publicidade 15 de 18 Monroe plantando bananeira na praia em 1947 — Foto: Divulgação 16 de 18 Monroe na praia — Foto: Divulgação X de 18 Publicidade 17 de 18 Marilyn Monroe durante gravação de ''O rio das almas perdidas" (1954) — Foto: Divulgação 18 de 18 Marilyn Monroe, Billy Wilder, Marshall Schlom, e Felix Trimboli em "O pecado mora ao lado" (1955) — Foto: Divulgação X de 18 Publicidade Estrela de Hollywood completa centésimo aniversário nesta quinta-feira IA em Hollywood A experiência relatada por Gyllenhaal expõe uma das limitações atuais da inteligência artificial generativa aplicada ao vídeo. Ao mesmo tempo em que a tecnologia avança e passa a ser incorporada por produções audiovisuais, seu impacto sobre o trabalho na indústria cinematográfica tem provocado preocupação entre profissionais do setor. Em “Flesh Impact”, a opção final da diretora foi manter a interpretação de uma atriz para representar Monroe, em vez de utilizar a recriação produzida pela inteligência artificial.
Diretora diz ter desistido de usar IA para recriar Marilyn Monroe em curta sobre a atriz: 'Basicamente não funcionou'
Maggie Gyllenhaal conta que tecnologia foi usada para recriar a atriz com Dakota Johnson, mas resultado foi considerado menos 'comovente, humano, vivo'










