À frente da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), o maestro Carlos Prazeres vai receber Leci Brandão e Emicida em concerto na Praça Mauá, no Rio, em 19 de setembro 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Leci Brandão e Emicida: encontro de gerações — Foto: Leo Martins/6-10-2023 e Maria Isabel Oliveira/13-5-2026 Um passeio pelo tempo e por diferentes gêneros musicais. É o que promete o maestro Carlos Prazeres, que estreia no Projeto Aquarius à frente da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), recebendo como convidados Leci Brandão e Emicida, no concerto do dia 19 de setembro, a partir das 14h, no palco montado na Praça Mauá, na Zona Portuária da cidade. Dentro da proposta do evento de aproximar a música de concerto da canção popular, o repertório terá temas como "Abertura 1812”, de Tchaikovsky, "Alvorada" da ópera "Lo Schiavo", de Carlos Gomes, e "Trenzinho do caipira", de Villa-Lobos, passando por peças contemporâneas, a exemplo de "Cinema Paradiso", de Ennio Morricone, da trilha sonora do filme homônimo de 1988, e "Uma viagem no tempo", assinado pelo compositor, acordeonista e arranjador Marcelo Caldi. Apresentação do Projeto Aquarius em julho do ano passado, dedicada ao centenário do jornal O GLOBO: em 2026, concerto volta a ser realizado na Praça Mauá, na Zona Portuária do Rio — Foto: Alexandre Cassiano A conexão com outros gêneros vem com sucessos de Emicida ("Quem tem um amigo tem tudo", "Amarelo", "Pequenas alegrias da vida adulta", "Passarinhos") e de Leci Brandão ("Só quero te namorar", "Encontros e despedidas", "Isso é Fundo de Quintal", "O morro não tem vez"). O encerramento traz uma das composições mais conhecidas da sambista, "Zé do Caroço". — É uma viagem pelo tempo, um encontro de gerações. Ela define perfeitamente a mensagem do concerto no Aquarius, de celebrar nosso legado musical, mas olhando para o futuro — comenta Prazeres, titular da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) desde 2011. — Foi um brainstorm, com contribuições de todos os lados, para chegarmos a esse caminho. Dentro da música nacional, a gente começa no século XIX, com o Carlos Gomes, passa pelo Villa-Lobos, que traz um outro Brasil, mais próximo da gente, até chegar ao Marcelo Caldi. E aí também podemos celebrar toda a resistência do samba e essa deusa que é a Leci Brandão, e a força da música do Emicida, que tem origem no hip hop mas que já furou essa bolha há muito tempo, é um grande nome do pop. Carlos Prazeres: repertório inclui Carlos Gomes, Tchaikovsky, Villa-Lobos, Ennio Morricone e Marcelo Caldi — Foto: Divulgação/Lucas Seixas Completam a programação Ensemble FTM, formado por músicos do Theatro Municipal de São Paulo que recria a MPB com instrumentos clássicos, e DJ Nyack, artista de hip hop, fundador da festa Discopédia e produtor musical. Ministério da Cultura, através da Lei Rouanet, apresenta o Aquarius RJ. O evento conta com o Patrocínio da Light, Apoio da Porto, Vivo, IRB (Re) e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado do Rio de Janeiro e Participação de Président. Hotel Oficial Windsor, Assessoria de Imprensa da InPress, Parceria da P&G Cenografia e da Orquestra Sinfônica Brasileira, Produção da SRCOM e tem as rádios Globo e CBN como Rádios Oficiais. A Realização é do GLOBO e Ministério da Cultura.