Ao menos 12 pessoas morreram nesta terça na região de Kiev durante bombardeios; tráfego aéreo nos aeroportos russos é frequentemente interrompido por drones ucranianos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Presidente da Rússia, Vladimir Putin (C), chega à China para visita oficial — Foto: Vladimir Smirnov/AFP O presidente russo, Vladimir Putin, acusou nesta terça-feira o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, de incitar o "terrorismo de Estado" após este ter alertado as companhias aéreas de que a ofensiva de drones de Kiev tornou o espaço aéreo russo inseguro. Mais de quatro anos após o início da invasão russa da Ucrânia, tanto Moscou quanto Kiev intensificaram seus ataques. Pelo menos 12 pessoas morreram nesta terça-feira em Kiev e na região circundante durante novos e massivos bombardeios noturnos russos. O tráfego aéreo nos aeroportos russos também é frequentemente interrompido por drones ucranianos. "Queremos alertar todas as companhias aéreas que utilizam o espaço aéreo russo, todas as seguradoras e aqueles que continuam a utilizar os principais aeroportos russos: o espaço aéreo russo está se tornando completamente inseguro", disse Zelensky durante um discurso. A Ucrânia não representa uma ameaça para a aviação civil, mas "simplesmente haverá drones no espaço aéreo russo em uma escala que deve ser levada em consideração", acrescentou. Putin reagiu, afirmando que tais declarações constituem "uma declaração de terrorismo de Estado". Veja fotos de uma das maiores ofensivas aéreas da Ucrânia contra a Rússia desde o início da guerra 1 de 10 Fumaça sobe da área da refinaria de petróleo russa Gazprom Neft em Moscou, na periferia sudeste de Moscou, em 18 de junho de 2026 — Foto: AFP 2 de 10 Fumaça toma os céus de Moscou durante bombardeio ucraniano nesta quinta-feira — Foto: AFP X de 10 Publicidade 10 fotos 3 de 10 Pessoas caminham em um parque enquanto fumaça sobe da área da refinaria de petróleo russa Gazprom Neft em Moscou, na periferia sudeste de Moscou, em 18 de junho de 2026 — Foto: AFP 4 de 10 Fumaça sobe da área da refinaria de petróleo russa Gazprom Neft em Moscou, na periferia sudeste de Moscou, em 18 de junho de 2026 — Foto: AFP X de 10 Publicidade 5 de 10 Mulher caminha do lado de fora de um shopping center enquanto fumaça preta sobe da área da refinaria de petróleo da Gazprom Neft, produtora russa, nos arredores de Moscou — Foto: AFP 6 de 10 Fumaça sobe da área da refinaria de petróleo russa Gazprom Neft em Moscou, na periferia sudeste de Moscou, em 18 de junho de 2026 — Foto: AFP X de 10 Publicidade 7 de 10 Pessoas são vistas do lado de fora de um shopping enquanto fumaça sobe da área da refinaria de petróleo russa Gazprom Neft em Moscou, na periferia sudeste de Moscou, em 18 de junho de 2026 — Foto: AFP 8 de 10 Um homem tira fotos de uma ponte sobre o rio Moskva enquanto fumaça sobe da área da refinaria de petróleo russa Gazprom Neft em Moscou, na periferia sudeste de Moscou, em 18 de junho de 2026 — Foto: AFP X de 10 Publicidade 9 de 10 Uma mulher caminha em uma localidade residencial enquanto a fumaça sobe da área da refinaria de petróleo russa Gazprom Neft em Moscou, na periferia sudeste de Moscou, em 18 de junho de 2026 — Foto: AFP 10 de 10 Fumaça sobe da área da refinaria de petróleo russa Gazprom Neft em Moscou, na periferia sudeste de Moscou, em 18 de junho de 2026 — Foto: AFP X de 10 Publicidade Série de ataques ucranianos contou com mais de 500 drones "Eles estão nos pedindo para retomar as negociações [...] mas não se negocia com terroristas", acrescentou o líder em uma coletiva de imprensa televisionada. Nos últimos meses, Kiev intensificou seus ataques contra a Rússia e os territórios ocupados por Moscou, visando depósitos logísticos, instalações petrolíferas e portos. "O adversário começou a lançar ataques contra nossa infraestrutura civil, incluindo refinarias. Causaram danos? Sim. E por quê? Entre outros motivos, principalmente porque não estavam protegidas", respondeu Putin posteriormente durante uma coletiva de imprensa na cúpula da Organização de Cooperação de Xangai (OCX) no Quirguistão. Ele mencionou uma nova medida para fortalecer a proteção da "infraestrutura crítica". Sob mediação dos EUA, os esforços diplomáticos para pôr fim a esse conflito estão paralisados ​​desde o início da guerra no Oriente Médio, em fevereiro.