Ao menos 1.481 candidatos que concorrem às eleições de 2026 fizeram alterações na lista inicial de perfis de redes sociais informada ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) desde o início da campanha. Outros 2.719 não registraram nenhum endereço na internet.
O número não representa, necessariamente, irregularidades: o TSE permite que candidatos registrem novos perfis de redes sociais na Justiça e que, só depois, os utilizem para fazer propaganda eleitoral. Além disso, pode haver casos em que o postulante não tem rede ou site a declarar.
Como revelou a Folha, o candidato à Presidência Renan Santos (Missão), passou mais de 10 dias de campanha apenas com seu perfil no X entre as redes informadas ao TSE, apesar de estar ativo em outras, como Instagram e Tiktok.
Renan teve a campanha suspensa na internet, além de outras sanções, por decisão do ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal). Toffoli recuou e liberou a volta da campanha do presidenciável na internet nesta terça-feira (1º).
Novo levantamento feito pela Folha comparou as informações que constavam no sistema de dados abertos do TSE em duas datas: no dia 19 de agosto –quatro dias após o fim do prazo para o registro de candidaturas–, e na atualização de 15h desta terça-feira (1º).












