Marinho voltou a defender que a CCJ delibere nesta quarta-feira (2) sobre a criação de um regime de pagamento por hora trabalhada, proposto por líder da oposição 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Senadores Flávio Bolsonaro e Rogério Marinho, do PL — Foto: Andressa Anholete/Agência Senado O líder da oposição no Senado e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência, senador Rogério Marinho (PL-RN), evitou responder qual será o posicionamento da bancada do PL durante a votação do texto sobre o fim da escala 6x1, aprovado pela Câmara dos Deputados em maio. Marinho defendeu que a PEC que estabelece o regime de remuneração por hora trabalhada, de autoria dele próprio, tenha prioridade na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). "Nós somos 22 [número de urna de Flávio Bolsonaro]. A minha posição é pública. Já dei entrevistas, já fiz debates, conversei com todo mundo", respondeu o senador ao ser questionado como a oposição votaria em uma eventual votação do texto do fim da 6x1 apoiado pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Marinho voltou a defender que a CCJ delibere nesta quarta-feira (2) sobre a criação de um regime de pagamento por hora trabalhada, o qual foi proposto em uma PEC apresentada pelo líder da oposição. Este texto, embora permita a redução de jornada de trabalho, também prevê a redução da remuneração de maneira proporcional. "Nós vamos votar para que haja a preferência pelo nosso projeto, que é o projeto que trata da jornada flexível. Já está decidido. Nós vamos primeiro pedir a preferência", disse coordenador da campanha de Flávio. Mais cedo, Flávio também se esquivou de responder sobre como votará no fim da escala 6x1 e indicou que não estará no Senado para tal deliberação. Ele também defendeu a votação da PEC da remuneração por hora trabalhada. "Hoje estou aqui no esforço concentrado e amanhã vou estar no Rio Grande do Sul. Mas acho que vai poder votar remotamente, né?", falou o candidato à imprensa. Esta semana de esforço concentrado, contudo, requer a presença dos senadores no Congresso para a participação nas votações. Há um temor da campanha de Flávio que uma possível votação dele contra a PEC do fim da 6x1 possa repercutir negativamente para a sua corrida à Presidência. De forma a evitar que Lula tenha uma vitória eleitoral a menos de dois meses do pleito, o grupo político do candidato, coordenado por Marinho, deve apresentar requerimentos e outros instrumentos para protelar a deliberação do tema pela CCJ e, se aprovada no colegiado, tentar impedir que ela vá a plenário. "Aí vem todo o processo de discussão que ocorre regularmente dentro de uma comissão de Constituição e Justiça. Vamos usar o regimento. Provavelmente [vamos pedir vista]. Vamos ver o que vai ocorrer", pontuou o senador do Rio Grande do Norte.
Flávio e coordenador evitam se posicionar sobre como votarão no fim da escala 6x1
Marinho voltou a defender que a CCJ delibere nesta quarta-feira (2) sobre a criação de um regime de pagamento por hora trabalhada, proposto por líder da oposição











